 |
 |
|
|
 |
SABROSA
Terra de pergaminhos, de milagres e de inspirações várias, ali nasceu um dos maiores navegadores portugueses: Fernão de Magalhães. Vila com foral, cedo acolheu bárbaros, romanos, mouros e cavaleiros e ainda hoje preserva os seus testemunhos arqueológicos, as antas, os castros e as calçadas. A sua história confunde-se com a da nacionalidade portuguesa tal a quantidade de povoações em redor de origem medieval.
Paisagem inspiradora de várias gerações de artistas, todo este concelho e suas freguesias encantaram o poeta Miguel Torga, natural de S. Martinho da Anta. Os belos miradouros no alto dos montes rendilhados pelos socalcos de vinha; as aldeias de praças nobres e solares brasonados; o património natural e construído; os caminhos, as quintas e os percursos à beira-rio, ficaram para sempre imortalizados nas páginas dos livros do grande escritor duriense.
Gente de trabalho, de festas e de mil ofícios, os habitantes de Sabrosa e das belas aldeias circundantes perpetuaram nos séculos antigos utensílios e deliciosos sabores artesanais. Pipas para acolher o melhor vinho das suas terras, cestas para albergar as célebres cavacas e cavaquinhas e rendas para ornamentar as toalhas e colchas em dias de festa e procissão.
Igreja Matriz (séc. XVIII)
Solar dos Barros Lobos (actual edifício da Câmara Municipal)
Casa dos Pereiras, onde nasceu o Navegador Fernão de Magalhães
Casa do Navegador, que se supõe ter sido pertença de Fernão de Magalhães
Casa de Miguel Torga, S. Martinho da Anta
Casas e Solares brasonados
Castro ou Castelo dos Mouros (Imóvel de Interesse Público)
Mamoa das Madorras (cemitério rupestre do séc. X a XI d. c.) em Touças, Vilar de Celas
Necrópole castreja, dólmens e Ponte Romana de Torre do Pinhão
Miradouro da Azinheira e Miradouro de São Domingos
Provesende, Aldeia Vinhateira
Marcos Pombalinos classificados Imóveis de Interesse Público
|
|
|
 |
 |
|