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MESÃO FRIO

Aos pés do Marão e defronte da Serra do Montemuro, eleva-se a vila de Mesão Frio, rodeada por quintas e vinhas debruçadas sobre o rio Douro. A sua importância militar e comercial, fruto da posição geográfica estratégica que desde sempre assumiu na toponímia do Douro vinhateiro, valeu-lhe o privilégio de durante anos ter ao dispor da população uma barca gratuita para a travessia do rio concedida por vários reis de Portugal.  
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Concelho no derradeiro limite da Região Demarcada do Douro, fronteira natural marcado pela sua freguesia de Barqueiros, foi ao longo dos séculos habitado por vagas de povos primitivos e por monges e nobres, cujos nomes estão irreversivelmente inscritos nas páginas da história do vinho do Porto. Pela encosta abaixo, muitos são os solares setecentistas e as casas brasonadas construídas nos anos venturosos do comércio do precioso néctar.
Lugares históricos como Barqueiros ou Vila Marim são obras-primas da natureza. São terras de ruas e praças quase imaculadas que o tempo pouco mudou. Ali como em todas as aldeias do concelho impera à mesa a boa comida e o melhor vinho. As tradicionais receitas de sável, lampreia, truta, cabrito assado, marrã (carne de porco) e a doçaria composta de falachas, doces e rebuçados de Donsumil continuam a fazer as delícias de gerações de comensais.

Igreja de São Nicolau
Igreja Matriz de Barqueiros (neoclássica)
Igreja de Santa Maria de Oliveira (séc. XVII)
Convento franciscano do Varatojo (séc. XVIII – edifício da Câmara Municipal)
Edifício setecentista do Hospital da Misericórdia (Imóvel de Interesse Público)
Pelourinho de Mesão Frio (séc. XII - Imóvel de Interesse Público)
Castro dos Mouros em Cidadelhe (Imóvel de Interesse Público)
Miradouro do monte de S. Silvestre, Miradouro do Imaginário e Miradouro de Donsumil
Marcos Pombalinos